quarta-feira, 21 de junho de 2017

Sindicacau inicia negociações para reajuste salarial dos trabalhadores da Cargill Agricola





O SINDICACAU ( Sindicato dos Trabalhadores na Industria da Alimentação de Ilhéus Itabuna e Uruçuca) e Cargill Agrícola S/A se reuniram para o inicio das negociações conforme ata que segue abaixo:  
   




quarta-feira, 24 de maio de 2017

Diretores do Sindicacau vão a Brasília na manifestação ocupe Brasilia !!!





O protesto é parte das mobilizações do Ocupe Brasília, ato unificado das centrais sindicais e dos movimentos populares em defesa dos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários e pela saída do golpista do Temer







quinta-feira, 6 de abril de 2017

Mondelez e Nestlé dão início à venda direta pela internet








A Mondelez International, dona das marcas Lacta, Trident e Oreo, fixou como meta global atingir US$ 1 bilhão em vendas on-line de alimentos até 2020. No Brasil, a companhia começou na terça-feira a venda direta aos consumidores de ovos de Páscoa e chocolates em um site da Lacta. A Nestlé informou  que começa a venda on-line de produtos de Páscoa em seu site a partir de segunda-feira, 3 de abril.
O comércio eletrônico de alimentos é um mercado ainda incipiente no Brasil e no mundo. De acordo com dados da Ebit, empresa de pesquisas de mercado, a venda on-line de alimentos industrializados, frescos e congelados representa hoje 1% do faturamento do comércio eletrônico do país, ou R$ 444 milhões. Nos Estados Unidos, essa categoria responde por 3% do total comercializado pela internet. Esses percentuais não incluem as vendas de refeições prontas por restaurantes ou serviços de entrega como iFood.
“A venda de alimentos industrializados, congelados e frescos demanda uma estrutura de distribuição mais complexa. Em um país extenso como o Brasil é inviável distribuir alimentos para o país inteiro”, ponderou Pedro Guasti, presidente da Ebit. Atualmente, 1% dos 18,5 mil supermercados no Brasil vendem alimentos on-line, com distribuição regional. Entre as grandes redes varejistas de autosserviço, o Carrefour anunciou recentemente que avalia lançar a venda on-line de alimentos neste ano, mas ainda avalia como será a logística de entrega.
“Por enquanto as iniciativas vêm do varejo regional, mas a expectativa é que esse mercado cresça, à medida que grandes companhias comecem a estudar iniciativas de entrar no varejo on-line de alimentos”, acrescentou Guasti. Ele observou que, nos Estados Unidos, a Amazon e o Google entraram nessa categoria em 2016.
A venda on-line de ovos de Páscoa já era feita no país desde 2015 por sites de comércio eletrônico, mas não pelos próprios fabricantes. A Mondelez começou a venda on-line recentemente nos Estados Unidos, China e Alemanha – e, agora, no Brasil. No mercado brasileiro, a companhia contratou a Brasil/CT para fazer a distribuição dos produtos vendidos em seu site em caminhões refrigerados.
Maria Clara Batalha, gerente de comércio eletrônico da Mondelez Brasil, considera que a iniciativa vai estimular o consumo. “O consumidor vai aproveitar o tempo em que não poder ir a uma loja para fazer as encomendas on-line”, disse. De acordo com Maria Clara, 40% da venda on-line da Mondelez é feita na Páscoa, o que motivou o lançamento do site próprio neste momento. “A ideia é fazer a venda direta em ocasiões especiais, como Natal, Dia dos Namorados. No restante do ano, as marcas ficam disponíveis no varejo físico e on-line.”
A Mondelez é a segunda maior empresa de chocolates no país, segundo a consultoria Euromonitor International, com participação de 32%. O Brasil é o principal mercado da fabricante na América Latina. Na região, a receita caiu 32% no ano passado, para US$ 3,4 bilhões, devido a perdas com variação cambial e à recessão. Globalmente, a companhia registrou receita de US$ 25,9 bilhões, com queda de 12,5% em relação a 2015. O lucro líquido caiu 77,2%, chegando a US$ 1,6 bilhão.
A Nestlé, líder com 38,8% do mercado de chocolates, informou que fará a venda de seus produtos de pela internet exclusivamente no período de Páscoa. Os consumidores poderão selecionar os itens no site da Nestlé, mas a venda será realizada por grandes redes de varejo do país. Em categorias específicas, a Nestlé já faz a venda on-line direta durante todo o ano, como nas divisões de Nescafé Dolce Gusto, Nespresso e Nestlé Health Science.
A Ferrero, Hershey e Cacau Show, que estão entre as cinco maiores fabricantes de chocolates do país, não têm operação própria de vendas on-line.
Fonte: Valor Econômico

Lucro líquido da Cargill avança 42% no 3º tri fiscal para US$ 650 milhões

O segmento de ingredientes impulsionou o desempenho favorável no período
Lucro líquido da Cargill avança 42% no 3º tri fiscal para US$ 650 milhões
O lucro líquido da Cargill, processadora de grãos e alimentos norte-americana, avançou 42% no terceiro trimestre (dezembro de 2016 a fevereiro de 2017) do ano fiscal 2017, para US$ 650 milhões, ante os US$ 459 milhões registrados no período correspondente do ano anterior (base GAAP). O ano fiscal da companhia vai de 1º de junho a 31 de maio.
Já a receita registrou alta de 8% no trimestre, para US$ 27,3 bilhões. "Tivemos um resultado forte no período, que evidencia que estamos no caminho certo", disse o CEO da empresa, David MacLennan. Contribuíram com os ganhos no período, segundo ele, o desempenho positivo do setor de ingredientes e proteína animal, entre outros. O segmento de ingredientes, que é responsável pelo fornecimento de cacau em pó para confeitarias, além de outros produtos, foi o principal responsável pelo desempenho favorável no período, segundo a Cargill.
A empresa destacou que o setor teria se recuperado na Ásia "depois de um período desafiador no ano passado". O mercado de cacau e chocolate apresentou também maiores lucros diante do fortalecimento do negócio na Europa. O segmento de proteínas e nutrição animal avançou significativamente, segundo a empresa. Apesar da queda nos lucros no primeiro semestre, o setor na América do Norte continuou a se beneficiar da demanda fortalecida por carne bovina.
Data de Publicação: 03/04/2017 às 09:40hs
Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO

NET é condenada por cobrar mensalidade de ponto extra de cliente



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Por unanimidade, a 2ª turma Recursal dos Juizados Especiais do DF manteve sentença que condenou a NET por cobrar de forma indevida a mensalidade do ponto extra do serviço de TV a cabo de um consumidor. A empresa agora deverá devolver em dobro os valores cobrados indevidamente.

Relator do caso, o juiz de Direito Arnaldo Correia Silva destacou, em seu voto, que a cobrança do chamado ponto extra fere o artigo 29 da resolução 528/09 da Anatel, que veda essa cobrança para o assinante de TV paga.

"Vale ressaltar que a empresa não apresentou qualquer contrato de aluguel para o decodificador, nem tampouco a aceitação do consumidor quanto à contratação de aluguel de aparelho. Materializou-se, no caso em exame, a descrição contida no 3º parágrafo da súmula 9 da Anatel, supra-transcrito, com violação ao princípio da livre contratação e do direito de informação ao consumidor."

Disse, ainda, que a cobrança por pontos adicionais em uma mesma residência não equivale à nova prestação de serviços, correspondendo tal cobrança à prática abusiva vedada pelo CDC.

Devido à repetição do indébito, caracterizando a má-fé, a empresa terá que devolver em dobro o valor pago pelo consumidor, neste caso aproximadamente R$ 8.665,76.

A Advocacia Fontes Advogados Associados S/S representou o consumidor no caso. Para a advogada Marina Fontes, a empresa pratica essa irregularidade por achar que essa situação passe despercebida pelo consumidor.

“As empresas de TV paga continuam cobrando esse valor mensal do consumidor, que na maioria das vezes não é muito alto, certamente por achar que o cliente não irá dispor do seu tempo para buscar a Justiça. No entanto, atualmente os consumidores estão mais atentos aos seus direitos, e quando realmente estão sendo lesados eles não pensam duas vezes em procurar essa reparação. Esta ação não é a primeira decisão favorável contra a NET e certamente teremos muitas outras”, disse.

Processo: 0703074-45.2016.8.07.0016
Veja a íntegra da decisão.Fonte: migalhas.com.br

Loja da Ellus em BH é condenada por reter carteira de trabalho por quatro meses



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- A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou agravo de instrumento da Inbrands S.A. (Ellus BH Outlet Plus) contra condenação a pagamento de indenização por danos morais a um vendedor que teve sua Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) retida por quatro meses para anotação da rescisão contratual. O relator do processo, ministro Augusto César Leite de Carvalho, destacou que, apesar da controvérsia jurisprudencial existente no TST a respeito da necessidade de comprovação do dano nessas situações, seu entendimento é de que, no caso de desrespeito ao prazo previsto em lei, o dano é presumível.
O trabalhador alegou na reclamação que a loja, localizada no Shopping BH Outlet, em Belo Horizonte, somente devolveu a CTPS após o registro de boletim de ocorrência sobre o fato na polícia. Ele afirmou que não conseguiu outro emprego durante o período de abril a agosto de 2013 porque não estava com a carteira em mãos, e as empresas não aceitavam admiti-lo sem a devida baixa do contrato anterior.
Ao examinar o caso, a 5ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte (MG) condenou a Inbrands a pagar indenização de R$ 2 mil, considerando que a mera retenção do documento é suficiente para impor dano moral ao trabalhador. O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG) rejeitou recurso do vendedor para aumentar o valor da indenização e da empresa em busca da absolvição.
A Inbrands, então, tentou trazer o caso ao TST por meio de agravo de instrumento, mas, segundo o ministro Augusto César, não foi demonstrada a satisfação dos requisitos de admissibilidade do artigo 896 da CLT. Em sua fundamentação ele citou precedentes de diversas Turmas do Tribunal no sentido de que, conforme os artigos 29, caput, e 53 da CLT, é obrigação do empregador fazer o registro de admissão e demais anotações na CTPS no prazo de 48 horas, e a demora na devolução do documento configura ato ilícito. O relator assinalou ainda que a falta de apresentação da carteira sujeita o trabalhador a discriminação no mercado de trabalho, o que pode gerar graves consequências de ordem social e econômica, além de ofensa à sua dignidade.
A decisão foi por maioria. Ficou vencido o ministro Aloysio Corrêa da Veiga, que dava provimento ao agravo de instrumento para processar o recurso de revista.
O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.
Permitida à reprodução mediante citação da fonte.
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Tribunal Superior do Trabalho
Tel. (61) 3043-4907
secom@tst.jus.br

A BRUXA ESTA SOLTA NA BARRY CALLEBAUT EM ITABUNA














ESTE ANO DE 2017 INICIOU-SE COM UM VERDADEIRO CLIMA DE TERROR NA BARRY CALLEBAUT EM ITABUNA COM DENUNCIAS DE ASSEDIO MORAL, SOBRECARGA DE TRABALHO, PRESSÃO DE CHEFIA, FORAM VARIAS REUNIÕES ENTRE O SINDICACAU E OS REPRESENTANTES DA EMPRESA.
TIVEMOS UM RESULTADO TRAGICO DESTAS AÇÕES CULMINADO COM A MORTE DO ANALISTA DE LABORATORIO WELLIGTON BARBOSA SANTOS QUE FALECEU EM DECORRENCIA DE ANEURISMA CEREBRAL O TRABALHADOR SE QUEIXAVA DE FORTES DORES DE CABEÇA FICANDO ALGUNS DIAS AFASTADO EM DECORRENCIA DESTAS DORES,MESMO SABENDO QUE O TRABALHADOR ESTAVA DOENTE OS SUPERVISORES O AMEAÇARAM  QUE SE ELE CONTINUASSE A DAR ATESTADOS IRIAM DEMITI-LO INFELIZMENTE O TRABALHADOR VEIO A OBITO E EM SEU ARMARIO FOI ENONTRADO VARIOS MEDICAMENTOS PARA DOR.
O SINDICATO LEVOU OS FATOS ACIMA ABORDADOS AO CONHECIMENTO DOS GESTORES DA BARRY CALLEBAUT ITABUNA E QUE O ASSEDIO MORAL NO SETOR DE LABORATORIO ESTAVA INSUPORTAVEL A EMPRESA AGRADECEU AO SINDICACAU E COMO PREMIO DEMITIU DOIS TRABALHADORES DO MESMO SETOR ACHANDO QUE SERIAM ELES OS DENUNCIANTES, ENQUANTO ISTO OS CHEFES ASSEDIADORES CONTINUAM IMPUNES CRIANDO UM CLIMA DE TERROR ENTRE OS TRABALHADORES