terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

OFICIO ENVIADO PELO SINDICACAU A CARGILL SOBRE O PPR 2016-2017


DIREITOS DO TRABALHADOR:INSALUBRIDADE X PERICULOSIDADE






A insalubridade, na CLT, é a condição de trabalho na qual o ambiente onde as atividades são executadas apresenta agentes e circunstâncias que ameaçam diretamente a saúde do empregado em níveis suficientes para gerar danos à mesma.
A CLT chama de “agentes nocivos à saúde”, aquelas condições ou colônias de seres vivos que se fazem presentes no ambiente de trabalho e possuem potencial de causar doenças ou debilitar a saúde do empregado em função da exposição destes agentes.
Cabe ao Ministério do Trabalho definir quais ambientes de trabalho são considerados insalubres, através de uma perícia especializada. Empresas e sindicatos podem solicitar o procedimento, tanto para avaliações quanto para revisões, com o objetivo de proteger o trabalhador ou de manter-se adequado à legislação.
Após realizada a perícia, o Ministério do trabalho pode apresentar – em caso de comprovação de insalubridade no ambiente – um laudo que indica qual o grau de insalubridade, podendo ser mínimo, médio ou máximo.
O grau avaliado irá definir o percentual do benefício devido ao empregado, uma vez que graus mais elevados apresentam risco significativamente maior à saúde do que graus mais leves, e – portanto – entende-se que deve haver uma compensação mais significativa.
Diferença entre insalubridade e periculosidade
É comum que as pessoas confundam os termos insalubridade e periculosidade ao tratarem de ambiente e condições de trabalho. A confusão ocorre, principalmente, porque os procedimentos de avaliação, responsáveis pelo veredito e consequências práticas são bastante parecidos para os dois casos.
No entanto, há bastante diferença. A diferença é observada tanto na definição e na origem do problema, quanto no benefício que o trabalhador sob cada condição recebe. A insalubridade, como já apontado, diz respeito à presença de agentes nocivos à saúde no ambiente de trabalho.
A periculosidade, por sua vez, trata de forma mais direta da atividade executada em si: a existência de materiais explosivos ou inflamáveis, ou condições de trabalho que apresentem constante risco acentuado em suas atividades são os critérios de caracterização da questão.
Diferentemente da insalubridade, a periculosidade não apresenta diferentes graus, uma vez que perigo não possui intensidade mensurável, segundo a CLT.
Base de Cálculo para insalubridade
O benefício da insalubridade apresenta regras fixas, e questões ainda muito discutidas no âmbito judicial brasileiro.
É bem definido o percentual do adicional:
Profissionais que executam atividades insalubres em grau mínimo, tem direito a 10% de adicional. Aqueles que estão em ambiente de insalubridade em grau médio e grau máximo recebem, respectivamente, 20% e 40% de adicional.
Há, no entanto, uma discussão doutrinária relevante sobre a base do adicional: algumas correntes defendem que o adicional deve ser sobre o salário mínimo ou o piso salarial corrente. Outras, no entanto, apontam a importância de que o adicional seja sobre a remuneração total do trabalhador.
Neste caso, trabalhadores que trabalham em condições de insalubridade de grau máximo, receberiam 40% a mais sobre toda sua remuneração mensal, ao invés de 40% sobre o salário mínimo.
Em casos onde as condições de trabalho são duplamente insalubres e periculosas, o trabalhador não acumula os dois benefícios, devendo escolher o benefício melhor para si

Fabricantes de chocolate esperam Páscoa até 10% mais gorda



Fabricantes de chocolate esperam Páscoa até 10% mais gorda
As grandes fabricantes de chocolates no país esperam um desempenho entre a estabilidade e um crescimento nominal de 10% na Páscoa desse ano. A data mais importante para o setor no ano deixou um sabor amargo em 2016, quando as vendas cederam 27,4%, mas a indústria espera tirar vantagem da base de comparação mais fraca e de um cenário político menos conturbado.
Para Afonso Champi, vice-presidente de chocolate da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), o período foi atípico e, apesar da forte queda na Páscoa, o setor começou a mostrar recuperação nos meses seguintes. De janeiro a setembro de 2016, a produção de chocolate cresceu 13,2% em volume, ante igual período de 2015, para 393,4 mil toneladas.
A Páscoa do ano passado respondeu pela produção de 14,3 mil toneladas de chocolate, o equivalente a 58 milhões de ovos. O volume, no entanto, é menor que as 19,7 mil toneladas produzidas em 2015.
O balanço para a data neste ano não está fechado porque as indústrias ainda estão produzindo os ovos. As empresas, porém, não esperam um novo recuo de vendas em 2017. “No ano passado a Páscoa veio cedo, ainda no primeiro trimestre, e o consumidor teve menos tempo. Neste ano, o consumidor está mais adaptado ao cenário econômico e mais propenso a presentear", diz Keila Broedel, gerente de marketing da Garoto.
A Cacau Show elevou a produção em 14%, para 8,5 mil toneladas, principalmente para atender às novas lojas da rede, que alcançaram 2050 unidades no ano passado. A empresa reajustou os preços entre 7% e 8% e deve deixar inalterado o valor da linha Dreams, de chocolate recheado com trufa. No ano passado, as vendas cresceram 18%, impulsionadas por promoções na véspera da data.
A Garoto espera vendas melhores na Páscoa deste ano, pela base de comparação mais fraca, por ocorrer em abril, mais tarde que ano passado, e pelo contexto político mais estável. Os preços foram reajustados em linha com a inflação. A empresa aumentou a opção de faixas de preço, principalmente a de R$ 20, com ovos recheados de tamanho pequeno a médio. O item mais barato do portfólio é o coelho de chocolate, a R$ 6, e o mais caro é o ovo Talento, a R$ 49.
À espera de um consumidor racional, que quer opções de menor desembolso, a Arcor diminuiu os lançamentos de 30, em 2016, para 19 neste ano. Com uma linha mais enxuta, conseguiu reforçar as negociações com os fabricantes de brinquedos e diminuir o custo. Outra estratégia, como em anos anteriores, foi criar embalagens menores. Neste ano, nenhum ovo de Páscoa da marca terá preço superior a R$40, diz Anerson Freire, gerente de marketing. A empresa espera um "leve crescimento", puxado por produtos a partir de R$ 19.
A Lacta também reduziu o tamanho do portfólio de 37 para 19 ovos de páscoa, na comparação com o ano passado. “Levamos em conta o comportamento de consumo e o ganho de eficiência para a indústria e o varejo”, diz o diretor Ricardo Reis. A companhia espera crescimento de um dígito na Páscoa deste ano. Os reajustes foram inferiores à inflação.
Renata Vichi, vice-presidente do grupo CRM, dono das marcas Kopenhagen e Brasil Cacau, diz que a principal aposta da marca foram a repaginação de embalagens e os produtos para presentear. A empresa trouxe 13 lançamentos e ampliou a produção em 10%, para 3 milhões de ovos.
A Ferrero não fez reajustes de preço, mas reduziu o peso dos ovos de páscoa entre 4% e 10% neste ano. A empresa ampliou as linhas para trazer mais produtos de faixas de preço mais acessíveis. As novidades deste ano são uma caixinha com seis bombons, a R$ 15, e uma versão grande, de 125 gramas, do bombom Ferrero Rocher.
A Kinder, marca do grupo Ferrero voltada ao público infantil, espera uma Páscoa estável. A data representa 25% das vendas da marca. “O consumidor continua cauteloso, buscando as marcas que já conhece”, afirmou Joana Oliveira, gerente de marketing da marca. A empresa manteve a quantidade de itens no portfólio, mas buscou licenças mais relevantes, como a de Star Wars, disse. Os preços ficaram 10% mais altos.
O setor apresentou 120 lançamentos para esta Páscoa. O brasileiro consome 2,5 quilos, em média, de chocolate por ano, representando o quinto maior mercado do alimento no mundo, com faturamento de R$ 12,4 bilhões em 2015. Entre os brasileiros, 63% costumam presentear com chocolates na Páscoa, segundo pesquisa do Ibope encomendada pela Abicab. (Tatiane Bortolozi / Valor)

Após quitação da dívida, empresas têm 5 dias para excluir nome de cadastro


Resultado de imagem para justiçaConsumidores devem entrar na Justiça caso CPF conste na lista de restrição mesmo com dívida liquidada

Rio - Após conseguir quitar a dívida com os credores, o consumidor que está com o nome sujo na praça voltará à vida normal. Mas é preciso tirar o CPF dos cadastro de restrição. Como ele deve fazer isso? De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, as empresas são obrigadas a tirar automaticamente o nome do cliente da lista de devedores em cinco dias.

“Caso elas não tenham esse procedimento, o cliente pode, e deve, entrar com ação na Justiça”, alerta a advogada Vânia Carvalho, especialista em Direito do Consumidor, ressaltando que ficar na lista traz muitos embaraços aos consumidores.

A especialista destaca ainda que em alguns casos, diante da falta de flexibilidade dos credores em negociar e até mesmo de excluir o nome do consumidor dos cadastros restritivos também é necessário recorrer à Justiça. “O cliente não pode ficar escravo da dívida e algumas cobranças são ilegais, como no caso de um financiamento de veículos que embutem na parcela TAC (Taxa Tarifa de Abertura de Crédito), TEB (Tarifa de Emissão de Boleto), TEC (Tarifa de Emissão de Carnê), TLA (Tarifa de Liquidação Antecipada), taxa de retorno, tarifa de análise de crédito, tarifas de cessão”, afirma.

“Algumas vezes o consumidor se desespera ao ver que seu nome está negativado por uma dívida que não fez ou que já foi paga, isso é não é tão incomum”, diz. A solução, segundo ela, é entrar em contato com a empresa e explicar que não reconhece a dívida ou informar que está quitada. Mas, caso a empresa insista na cobrança o consumidor deve buscar um especialista para solucionar o problema”, aconselha.

E foi isto que ocorreu com o frentista José Luiz Gonçalves, 47 anos, morador do Méier. Ele teve o nome incluído nas listas de restrições ao crédito indevidamente. Após entrar em contato com a empresa e ter a garantia de que seu nome seria retirado do cadastro, José Luiz foi até o SPC verificar se já estava com o nome limpo. “Sujaram meu nome sem eu nunca dever nada”, afirma.

O frentista se orgulha de pagar as contas em dia e ter o CPF limpo: “Sempre fui correto com minhas contas, desde os 18 anos nunca deixei de pagar nada”, gaba-se.
“O nome limpo é nosso maior patrimônio, por isso cuidado com as publicidades que acabam enganando os olhos e prejudicando o bolso”, orienta Vânia.

Para quem tem dúvidas sobre como negociar e quais são os seus direitos, a Proteste tem uma plataforma online que orienta o consumidor (www.proteste.org.br). “Temos um departamento que faz a renegociação de dívida e no site têm cartilhas que orientam como gerir receitas e despesas para não ficar endividado”, explica Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da associação.

Controle maior dos gastos evita endividamentos

O ideal, segundo Soraia Panella, coordenadora de Atendimento do Procon-RJ, é ter um maior controle nos gastos para não entrar em um ciclo de endividamento. “Evitar gastos desnecessários, fazer as contas antes de se comprometer para ter certeza de que o valor vai caber no orçamento e, se for usar o cartão de crédito, use-o somente no que for indispensável”, orienta Soraia.

Mas nem sempre é possível. Problemas do cotidiano podem fazer com que o consumidor extrapole o orçamento, como ocorreu com a técnica de Enfermagem Irinelda Matias, 47, moradora do Centro. Ela passou por problemas de saúde na família e acabou se enrolando com as parcelas do cartão. “Entre pagar uma dívida e comprar um remédio, optei pela segunda alternativa”, justifica.

Preocupada com a inadimplência, a enfermeira fez uma consulta gratuita ao cadastro no Clube de Diretores Lojistas (CDL), que fica na Avenida Treze de Maio 13, sala 613, no Centro. E para sua surpresa o nome não estava no SPC nem no Serasa. “Jura? Tem certeza?”, foram as perguntas feitas ao atendente, que explicou sobre o prazo para que o nome conste no sistema. O CPF pode ser negativado com 15 dias, no entanto, os credores costumam aguardar pelo menos 30 dias para informar a dívida.

Para saber se faz parte dessa estatística, as consultas podem ser feitas pela internet no caso do Serasa (www.serasaexperian.com.br) e do Serviço Central de Proteção ao Crédito (http://www.boavistaservicos.com.br/consulta-scpc) ou ainda de forma presencial no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), que é administrado pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), onde a enfermeira fez a consulta sobre o nome dela.

Fonte: O Dia Online -

Banco é condenado por não devolver dinheiro recebido a mais em pagamento de fatura



Resultado de imagem para justiça

O 4º Juizado Especial Cível de Brasília condenou o Banco Bradescard a pagar danos morais e materiais a uma cliente, por não ter-lhe restituído os valores recebidos a mais em um pagamento feito de forma equivocada pela consumidora. Ela já havia quitado uma fatura no valor de R$ 403,60 junto à empresa ré e, no entanto, incorreu em erro ao pagar outra fatura, de R$ 1.955,32, utilizando o mesmo número de código de barras da fatura anterior. Verificado o equívoco, a autora buscou, sem sucesso, o estorno do pagamento indevido junto ao réu.

Em sua contestação, o banco réu reconheceu o pagamento equivocado. Contudo, alegou que os valores seriam utilizados para o pagamento de faturas vindouras. Comprovado o pagamento equivocado da parte autora, a juíza que analisou o caso entendeu que ela tinha direito de requerer ao banco a devolução dos valores reconhecidamente pagos de maneira errada, “(...) cabendo a esta instituição financeira, o dever de cumprir com a solicitação, sem agir de forma unilateral, de modo a reter o dinheiro da autora para a compensação de faturas futuras”.

Assim, o Juizado condenou a requerida a restituir à autora a quantia de R$ 1.955,32, referente à fatura paga de maneira equivocada. Em relação ao pedido de indenização por danos morais, a magistrada também o considerou pertinente, uma vez que o banco réu, mesmo ciente do pagamento indevido da parte autora, se negou a devolver a quantia solicitada, “(...) configurando notório descaso com a dignidade da pessoa humana”. Diante da falha de serviço do Banco réu e das circunstâncias do caso, o Juizado arbitrou o valor do dano em R$ 2 mil, tido como suficiente e dentro dos parâmetros de razoabilidade, com base no art. 6° da Lei 9.099/95 e art. 7° do Código de Defesa do Consumidor.

A autora havia pleiteado, ainda, indenização por perdas e danos referentes a juros e demais encargos suportados no valor de R$ 350, por causa dos valores não restituídos pelo banco. “Contudo, verifica-se que não há, nos autos, qualquer prova desses juros e encargos suportados. Desta forma, deixo de apreciar tal pedido”, concluiu a magistrada, antes de condenar o réu a pagar os danos materiais e morais mencionados acima.

Cabe recurso da sentença.       

Processo Judicial eletrônico (PJe): 0735644-84.2016.8.07.0016

Fonte: TJDF - Tribunal de Justiça do Distrito Federal

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Revenda indenizará por vender carro com quilometragem adulterada





Vender automóvel com defeito oculto, que o torne impróprio ou inadequado para uso, viola o princípio da boa-fé objetiva na relação entre compra e venda. Além disso, afronta o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990).

Com este fundamento, a 16ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul confirmou a condenação de uma revenda a indenizar um cliente. Por ter comprado um carro com hodômetro adulterado, ele irá receber R$ 3 mil a título de danos morais e R$ 4,5 mil pelos danos materiais (ressarcimento das despesas com consertos).

Quando comprou o carro por R$ 16,9 mil, o hodômetro marcava 74,3 mil quilômetros rodados, e o consumidor assinou um termo de “não garantia”. Só que, dois meses depois, o veículo começou a apresentar defeitos mecânicos, o que o levou de volta à revenda. Como houve recusa de conserto, o autor da ação gastou R$ 4,5 mil em uma outra oficina mecânica.

O comprador cobrou o prejuízo da revendedora, em vão. No vaivém entre a loja e a mecânica, ele conseguiu o endereço do antigo dono do veículo. Foi aí que descobriu que a revenda havia recebido o carro com 152,3 mil quilômetros.

Ao julgar a ação movida pelo homem, o juiz Eduardo Giovelli, da 1ª Vara Cível da Comarca de Lajeado (RS) apontou que a real quilometragem do veículo não constou em nenhum documento de registro da transação.

Para ele, este detalhe derruba a alegação de falta de prova de que o hodômetro foi alterado. É que era obrigação da revenda de veículos fazer este controle e este registro, tanto no  recebimento quanto na comercialização do veículo. Assim, segundo o julgador, a empresa acabou vendendo um produto com vício oculto, pois o consumidor não poderia esperar os danos ocorridos apenas dois meses após a compra.

“O artigo 4º, incisos III e IV, do CDC, determina que as relações de consumo sejam sempre regidas com base na boa-fé e equilíbrio entre consumidores e fornecedores, primando pela informação quanto aos seus direitos e deveres, com vista à melhoria do mercado de consumo”, anotou na sentença.

O julgador ainda citou o artigo 443 do Código Civil: “Se o alienante conhecia o vício ou defeito da coisa, restituirá o que recebeu com perdas e danos; se o não conhecia, tão-somente restituirá o valor recebido, mais as despesas do contrato”. Assim, como a parte autora confiou na revenda, esta tinha a obrigação de verificar os antecedentes dos veículos que comercializa, pois tem de precaver-se de risco inerente à sua atividade econômica.

“Tenho que restou caracterizado que o autor sofreu agressão à sua dignidade, pois após desembolsar valores e creditar confiança na revendedora restou totalmente frustrado na sua expectativa, situação que lhe trouxe sofrimento, já que na posse do veículo não somente enfrentou problemas no carro, ficando impedido de utilizá-lo sem proceder ao conserto, mas também tomou conhecimento de que fora ludibriado em relação à quilometragem apresentada no hodômetro do carro, ao entrar em contato com o antigo proprietário, que lhe apresentou comprovantes de tal situação fraudulenta”, concluiu.

Clique aqui para ler a sentença.
Clique aqui para ler o acórdão.

Fonte: Conjur - Consultor Jurídico

Consumidora tem direito a 95% das contribuições feitas em título de capitalização cancelado







O 6º Juizado Especial Cível de Brasília condenou a Icatu Capitalização a rescindir o contrato celebrado com uma cliente e restituir-lhe a quantia de R$ 1.425,00. Restou incontroverso nos autos que a autora havia adquirido título de capitalização da empresa, no valor mensal de R$ 100.

Após 11 meses de contribuição, o título teria sido cancelado pela ré, motivo pelo qual a autora solicitou o resgate, sendo informada que haveria retenção de 50% do valor pago – o que entendeu abusivo.  Assim, a consumidora ajuizou ação pedindo a rescisão do contrato e a restituição dos valores pagos.

Devidamente citada, a ré apresentou contestação alegando que o título estava em dia, com 14 parcelas quitadas; que estava disponível para resgate o valor de R$ 812,36; que a titular apenas teria direito ao resgate integral do valor constituído na reserva de capitalização após a realização de 84 contribuições; e, por último, que tendo em vista que a autora havia realizado 14 contribuições, teria direito ao resgate de 56,02% sobre a soma das parcelas pagas.

A juíza que analisou o caso lembrou, em relação ao percentual de resgate, que a disposição contratual estabelecida pela ré viola a regra do art. 24, § 1º da Circular 365 da SUSEP, que dispõe: “sendo solicitado o cancelamento a partir do 7º até 24º mês de vigência do contrato, o percentual mínimo de restituição é de 95% da quantia paga”, o que se enquadrava no caso da autora.

Dessa forma, por contrariar a legislação de regência e, também, o Código de Defesa do Consumidor (art. 51, IV), o Juizado entendeu que a cláusula 10.2 do contrato devia ser anulada, limitando a retenção a 5% dos valores pagos pela autora. Conforme comprovado nos autos, a autora pagou, no mês de novembro de 2016, a 15ª parcela dos contratos, totalizando R$ 1.5 mil.   Assim, a restituição de 95% desse valor resulta em R$ 1.425,00, valor que a ré foi condenada a pagar, devidamente corrigido desde cada contribuição.

A juíza asseverou que a rescisão do contrato deve operar efeitos desde logo, por ser direito conferido à autora de resilir a qualquer tempo, cessando o pagamento das parcelas. Por último, quanto ao dano moral reclamado, o Juizado não vislumbrou qualquer prática ilícita pela ré capaz de afrontar direitos de personalidade da autora.

Cabe recurso da sentença.

Processo Judicial eletrônico: 0730303-77.2016.8.07.0016
Fonte: TJDF - Tribunal de Justiça do Distrito Federal

Oferta de consignado tira sono de aposentado

Publicado em 20/02/2017 , por Douglas Gavras
1487440761108.jpg Spoiler. O contabilista Dirceu da Silva soube que já estava aposentado ao receber propostas de crédito das financeiras
Proposta de empréstimo começa antes de o consumidor saber que seu benefício saiu
A família da aposentada Cristiane Gomes, de 50 anos, nem se lembra mais de quantos telefonemas, cartas e mensagens de celular com propostas de crédito consignado recebeu no último mês à procura de seu marido, Ademir, morto há cinco anos.

“Foram duas ligações, só hoje. Depois de um tempo, passei a dizer que tentassem procurar por ele telefonando para o céu. Recebo ligações de bancos em que nunca tive conta. Se eu tiver interesse, vou ao banco. Às vezes, chegam cartas nos perguntando qual é o nosso sonho – o meu sonho é ficar em paz.”
Dirceu Pereira da Silva, de 57 anos, ficou sabendo que havia se aposentado ao ser abordado por uma financeira, que entrou em contato com o contabilista antes que ele recebesse a carta do INSS. “Dei entrada no benefício em outubro e, 15 dias depois, as empresas começaram a ligar. Diziam: ‘O senhor já está aposentado’. Levei um susto. Já sabiam até quanto eu iria receber.”
No mercado de venda de dados pessoais, a privacidade de cada aposentado vale menos de R$ 0,10. O Estado teve acesso a uma planilha, com cerca de 230 nomes, ofertada por uma empresa virtual como “amostra grátis” do produto a serviço de telemarketing de correspondentes bancários.
A lista tem nome, data de nascimento, CPF, endereço, telefones e dados específicos da Previdência – como número de benefício e motivo da aposentadoria. A origem dos registros é explicada vagamente pelo vendedor: “Vem de um banco de dados atualizado mensalmente.” O pacote básico, com mil registros, sai por cerca de R$ 88.
Munido dessas informações, é possível consultar outros dados sigilosos, como o valor do benefício e sua data de recebimento, por exemplo, por meio dos canais da própria Previdência, via telefone ou internet.

Os correspondentes são empresas contratadas pelos bancos para a prestação de serviços de atendimento aos clientes e usuários das instituições.

Quando questionados sobre a forma de obtenção das informações de aposentadoria, os atendentes dessas empresas costumam responder que a informação de aposentadoria é publicada no Diário Oficial.
“É uma desculpa antiga, que ouvimos o tempo todo por aqui, mas não faz sentido. O benefício é uma informação privada. A publicidade se dá apenas em ações públicas, como a posse de um servidor”, diz Tonia Galetti, advogada do Sindicato Nacional dos Aposentados. A entidade estima receber cerca de 50 reclamações por semana referentes a problemas na concessão de consignado.
Em setembro do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo ajuizou uma ação contra o INSS e uma recuperadora de crédito pelo uso indevido de dados sigilosos de beneficiários da Previdência para a oferta de empréstimos.
Segundo o procurador da República Luiz Costa, autor da ação, “o INSS é gestor dos benefícios e responsável pela manutenção do sigilo. A informação não pode ser acessada por terceiros sem autorização, sob pena de violação de privacidade”.

Outro lado. Segundo o INSS, os dados dos segurados e beneficiários são mantidos em sigilo e, “em nenhuma hipótese, fornece qualquer dado pessoal sob sua guarda a terceiros, sejam instituições financeiras, entidades representativas de classe ou quaisquer outros”.
A Febraban, que representa os bancos, diz não endossar práticas que estejam em desacordo com as normas estabelecidas para a concessão de crédito.
Fonte: Estadão

CARGILL REJEITA A CONTRAPROPOSTA DO SINDICACAU





Em resposta ao oficio abaixo assinado pela Cargill Agrícola S/A,e diante da negativa da empresa na contraproposta do sindicato,informamos que realizaremos a Assembleia com os trabalhadores da Cargill após apresentação dos Indicadores Operacionais e Financeiros referentes ao mês de fevereiro de 2017.






domingo, 19 de fevereiro de 2017

Haters: saiba tudo sobre os inimigos da internet

Do R7*
Os haters estão presentes na maioria das redes sociais Joe Raedle/Getty Images News
Você provavelmente já leu em algum lugar da internet algum comentário falando mal de algo ou alguém, com palavras de ódio e xingamentos. Por ser um hábito tão comum, a internet nomeou esse tipo de internauta de “hater”, que significa algo como “aquele que odeia”.
Os haters são internautas que miram um assunto ou uma pessoa específica e começam a atacar no mundo virtual. O ataque de um hater pode vir de várias maneiras, mas geralmente as provocações são feitas por comentários públicos ou mensagens privadas.
Renato Rovai, doutorando em Ciências da Cultura e da Comunicação na UFABC e professor de Jornalismo Digital na Faculdade Cásper Líbero, explica que as mensagens dos haters são repletas de um fundamentalismo ideológico.
— Os haters são pessoas com ideologias fortes e que não aceitam opiniões divergentes. Para atacar os internautas com ideias diferentes, eles se unem e enviam mensagens de ódio.
Os haters raramente vêm sozinhos. Geralmente, a vítima recebe dezenas, ou até centenas, de mensagens de ódio em resposta a uma opinião dela, uma foto que ela publicou, ou mesmo uma atitude que ela teve no mundo virtual.
Rovai explica que uma atitude comum aos haters é focar os seus esforços em um determinado grupo de internautas que pense de maneira diferente deles.

Os discursos dos haters possuem fundamentalismo ideológico Reprodução
— Existem grupos de internautas com um discurso de ódio fortíssimo contra as feministas, por exemplo. Além de eles mandarem mensagens virtuais, eles se unem em torno de uma ideologia às vezes violenta, apelando para a agressão moral e física.
Discurso de ódio
Nos últimos anos, o número de mensagens de haters aumentou consideravelmente. Não é raro nos depararmos com mensagens atacando o usuário responsável por um vídeo no YouTube, por exemplo,  ou então uma publicação no Facebook.
Para Rovai, a quantidade de haters que existe atualmente é proporcional ao aumento do número de internautas.
— Os haters estão mais presentes atualmente por causa do grande acesso às plataformas de redes quase totalmente globalizadas, como o Facebook. Mas eles existem desde que a internet foi criada, praticamente.
Caneta tecnológica permite escrever em qualquer cor
Além disso, outra explicação plausível para a ascensão dos haters é o próprio discurso de ódio que eles propagam. Sentimentos negativos como raiva, ódio e desprezo fazem sucesso na internet porque conseguem engajar pessoas que pensam de maneira parecida, mesmo que com bem menos intensidade que o hater.

E os trolls?

Outra figura conhecida na internet são os trolls, usuários que querem “causar” em tópicos e acabam chamando a atenção dos internautas. Entretanto, ao contrário dos haters, os trolls não possuem um discurso de ódio e violência.
A diferença primordial entre os haters e os trolls para Rovai é a intenção por trás do comentário.

— Os trolls têm como principal objetivo causar uma bagunça. Seus comentários contem até um pouco de humor por trás, às vezes sem intenções sérias iguais aos haters. Os haters são sempre “anti” alguma coisa.
A melhor maneira de evitar os haters é sendo cauteloso com suas publicações na internet Reprodução/Flickr/John Flinchbaungh
Ou seja: para um troll, a pessoa que não concorda com ele não é um inimigo, é só mais alguém para brincar, um alvo. Enquanto isso, para um hater, alguém que manifesta uma opinião diferente é automaticamente um inimigo.
Solução
Se um usuário começa a ser atacado por haters, não existe uma solução fácil para acabar com o problema. Mesmo que o internauta decida excluir o seu perfil, é possível que o grupo encontre a pessoa de novo.
A melhor solução torna-se a precaução: opiniões muito polêmicas ou revolucionárias podem chamar a atenção de haters e causar problemas ao usuário. Por isso, é recomendável ser cauteloso ao emitir a sua opinião na internet.
Veja as melhores respostas das celebridades para haters nas redes sociais
Se você é vítima dos haters, a melhor atitude possível nessa situação é ignorar. Haters são movidos por fundamentos ideológicos e emoções fortes, e os ataques acabam sendo bastante intensos, mas passageiros. Não dê mais motivos para que eles continuem a mandar mensagens de ódio.
O vício na internet pode fazer com que ataques de haters sejam ainda piores para a vítima. O vídeo de Gary Turk chamado “Look Up” aborda a necessidade que as pessoas têm de se manterem de olhos abaixados, olhando para as telas de seus smartphones. Afastar-se desse vício só será benéfico para você.
Por mais que a internet dê a sensação ao internauta de não estar sendo observado, qualquer conteúdo produzido é visto por pelo menos toda a sua rede de amigos, e pode ser compartilhado para os amigos dos amigos, e assim por diante. Qualquer coisa que você escrever tem o potencial de chamar uma atenção indesejada.
Por isso, não se esqueça de tomar cuidado e tente deixar os haters de fora da sua vida.
* Colaborou Isabella Santoro, estagiária do R7
fonte:r7

11 Sinais Que Você Pode Ter Transtorno de Ansiedade

 

suffer-anxiety-400x400

Todo mundo fica nervoso ou ansioso de tempos em tempos – ao falar em público, por exemplo, ou quando está passando por dificuldade financeira.
Para algumas pessoas, porém, a ansiedade se torna tão frequente, ou tão forte, que começa a tomar conta da vida delas.
Como saber se a ansiedade normal do dia a dia ultrapassou os limites e se transformou em transtorno? Não é fácil.
A ansiedade vem em diferentes formas – tais como ataques de pânico, fobias, ansiedade social… e a distinção entre um diagnóstico oficial e ansiedade “normal” não está sempre muito claro.
Abaixo estão 11 sinais que sua ansiedade virou transtorno e buscar ajuda com os tratamentos disponíveis pode ser necessário:

 

1- Preocupação Excessiva

A marca do transtorno da ansiedade generalizada (TAG) – o tipo mais amplo da ansiedade – é se preocupar demais com as coisas do dia a dia, grandes ou pequenas. Mas o que significa “demais”?
No caso do transtorno da ansiedade generalizada, significa ter pensamentos ansiosos persistentes em quase todos os dias da semana, por seis meses. E a ansiedade tem que ser tão forte a ponto de interferir no seu dia-a-dia e estar acompanhada de sintomas notáveis, como fatiga.
“A distinção entre transtorno da ansiedade e ansiedade normal é se suas emoções estão causando muito sofrimento e disfunção”, diz Sally Winston, PhD, co-diretor do transtorno da ansiedade e estresse do instituto de Maryland-EUA.

2- Problemas de sono

Dificuldade em adormecer ou manter o sono está associado a uma ampla gama de condições de saúde, tanto físicos como psicológicos. E, claro, não é incomum ficar girando e tossindo em antecipação à um discurso importante ou entrevista de emprego.
Mas se você encontrar-se frequentemente deitado e acordado, preocupado ou agitado com problemas específicos (como dinheiro), ou nada em particular – pode ser um sinal de transtorno da ansiedade.
Segundo algumas estimativas, Metade de todas as pessoas com transtorno da ansiedade generalizada experimentam problemas com sono.

3- Medos Irracionais

Alguns casos de ansiedade não são generalizados, pelo contrário, está ligada à alguma situação ou coisa, como voar, animais ou multidões.
Se o medo se torna opressivo, disruptivo e muito fora de proporção do real risco envolvido, então é um sinal de fobia.
Apesar das fobias serem incapacitantes, elas não são óbvias à todo instante. De fato, elas não podem vir à tona até que você enfrente uma situação específica e descobre que você é incapaz de superar o seu medo. “Uma pessoa que tem medo de cobras pode passar anos sem ter problema”, diz Winston. “Mas, de repente, seu filho quer ir acampar, e eles percebem que precisam de tratamento.

4- Tensão muscular

A tensão muscular quase constante, quer se trate de apertar sua mandíbula, tensionando os punhos, ou flexionando os músculos por todo o corpo, muitas vezes acompanha os transtornos de ansiedade. Este sintoma pode ser tão persistente e generalizado que as pessoas que viveram com isso por um longo tempo pode parar de perceber depois de um tempo.
O exercício regular pode ajudar a manter a tensão muscular sob controle.
Pdf grátis: 3 coisas que você está fazendo agora que está piorando sua ansiedade e pânico. E como resolver em 2 dias.

5- Indigestão crônica

A ansiedade pode começar na mente, mas muitas vezes se manifesta no corpo através de sintomas físicos, como problemas digestivos crônicos. Síndrome do intestino irritável (IBS), uma condição caracterizada por dores de estômago, cólicas, inchaço, gases, constipação e / ou diarreia, “é basicamente uma ansiedade no trato digestivo”, diz Winston.
IBS nem sempre está relacionada com a ansiedade, mas os dois ocorrem frequentemente em conjunto e podem piorar. O intestino é muito sensível ao estresse psicológico, e vice-versa, o desconforto físico e social dos problemas digestivos crônicos pode fazer uma pessoa sentir-se mais ansioso.

6- Medo de falar em público

A maioria das pessoas sentem pelo menos um frio na barriga antes de abordar um grupo de pessoas ou estar no centro das atenções. Mas se o medo é tão forte que nenhuma quantidade de treinamento ou prática vai aliviá-lo, ou se você gasta muito tempo pensando e se preocupando com isso, você pode ter uma forma de transtorno de ansiedade social (também conhecido como fobia social).
As pessoas com ansiedade social tendem a se preocupar por dias ou semanas antes de um determinado evento ou situação. E mesmo se elas conseguirem passar pela situação, elas tendem a ficar profundamente desconfortáveis e ficar pensando por um bom tempo depois sobre como elas foram julgadas pelas outras pessoas.

7- Autoconsciência

Transtorno de ansiedade social nem sempre envolve falar para uma multidão ou ser o centro das atenções. Na maioria dos casos, a ansiedade é provocada por situações do cotidiano, como puxar conversa em uma festa, ou beber e comer em frente até mesmo de um pequeno número de pessoas.
Nestas situações, as pessoas com transtorno de ansiedade social tendem a se sentir como se todos os olhos estão voltados para elas, e elas muitas vezes ficam vermelhas, tremem, tem náuseas, suam ou tem dificuldade para falar. Estes sintomas podem ser tão perturbadores que eles tornam difícil conhecer novas pessoas, manter relacionamentos, e progredir no trabalho ou na escola.

8- Pânico

Ataques de pânico podem ser assustadores. Imagine uma sensação repentina de medo extremo que pode durar vários minutos, acompanhados por sintomas físicos assustadores como aperto na garganta e peito, coração acelerado, mãos frias, tontura e fraqueza, dores no estômago e no peito.
Nem todo mundo que tem um ataque de pânico tem um transtorno de ansiedade, mas as pessoas que os experimentam repetidamente podem ser diagnosticados com transtorno de pânico. Pessoas com transtorno do pânico vivem com medo sobre quando, onde e por que seu próximo ataque pode acontecer, e elas tendem a evitar lugares onde os ataques ocorreram no passado.
Estas lições poderosas vão deixar você autoconfiante para dirigir, voar, viajar ou falar em público.

9- Flashbacks

Reviver um evento traumático – um assalto, morte repentina de um ente querido – é uma marca do transtorno do estresse pós-traumático, que compartilha algumas características do transtorno da ansiedade.
Mas flashbacks podem ocorrer em outros tipos de ansiedade também. Algumas pesquisas, incluindo um estudo de 2006 no Jornal dos Transtornos de Ansiedade, sugere que algumas pessoas com ansiedade social tem flashbacks do tipo pós-traumático, mas de experiências que não são obviamente traumáticas, como ser ridicularizado publicamente. Estas pessoas podem até evitar lembrar da experiência.

10- Perfeccionismo

A mentalidade obsessiva conhecida como perfeccionismo “anda de mãos dadas com transtornos de ansiedade”, diz Winston. “Se você está constantemente a julgar a si mesmo ou você tem um monte de ansiedade antecipatória de cometer erros ou aquém de suas normas, então você provavelmente tem um transtorno de ansiedade.”
Perfeccionismo é especialmente comum no transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), que, como o estresse pós-traumático, tem sido visto como um transtorno de ansiedade. “TOC pode acontecer sutilmente, como no caso de alguém que não pode sair de casa durante três horas, porque a maquiagem tem que estar absolutamente impecável”, diz Winston.

11- Comportamento compulsivo

Para ser diagnosticado com transtorno obsessivo-compulsivo, os pensamentos obsessivos e intrusivos de uma pessoa devem ser acompanhados de comportamento compulsivo, seja mental (dizendo-se: Vai dar tudo certo repetidamente) ou física (lavar as mãos, endireitando itens, etc).
Pensamentos obsessivos e comportamento compulsivo se tornam ansiedade quando a necessidade de terminar o comportamento – também conhecido como “rituais” – começa a controlar sua vida, diz Winston. “Se você gosta do seu rádio no volume 3, por exemplo, e ele quebra e fica parado no volume 4, você entraria em pânico até consertar o rádio”?
fonte: http://autoajudaemfoco.com.br

Perda de massa muscular - Suplementos podem ajudar a retardar

aliadosdasaude


A perda de massa muscular, ou sarcopenia como é conhecida tecnicamente, é normal ao ser humano, e começa a partir de quando nos tornamos adultos.

O problema vai se intensificando com o passar dos anos, mais estudos realizados na USP,  chegaram a conclusão, que uma alimentação equilibrada, combinada com o uso de suplementos podem ajudar a retardar.

A combinação ossos saudáveis e músculos é essencial para realizarmos atividades básicas do dia a dia, como andar ou subir uma escada. O problema é que, ao mesmo tempo em que envelhecemos, também perdemos naturalmente a nossa massa muscular. Neste caso, o uso de suplementos pode ser uma alternativa.


Mais segundo os especialistas que realizaram os estudos, uma dificuldade levantada é que como as lojas que vendem suplementos focam muito no público mais jovem, pessoas mais velhas pode se sentir inibidas a consumir.

De acordo com especialistas, a sarcopenia, que é a perda muscular, ocorre desde quando nos tornamos adultos e vai se intensificando com o passar dos anos. A nutricionista Myrian Najas, diretora do Núcleo de Estudos Clínicos em Sarcopenia da Universidade de Federal de São Paulo (Necs/Unifesp), explica que a diminuição é de cerca de 8% entre 40 a 70 anos. Já entre os mais velhos a perda é por volta de 15% de seus músculos, e os suplementos podem ser um forte aliado neste momento.

O problema pode ser mais percebido quando pacientes de diferentes faixas etárias são comparados. Um jovem que fica 28 dias internado pode perder 14 g de músculo ao dia. Já um idoso, em apenas dez dias, tem uma redução de 95 gramas ao dia. “Devemos ganhar músculos para envelhecer e encontrar meios para que os impactos (do envelhecimento) sejam menores.”

Nutrição esportiva Natue

Nutrição

Uma forma de evitar a perda muscular é mantendo uma dieta equilibrada. Só que, além da ingestão de proteína precisar ser maior na terceira idade, os idosos acabam tendo mais dificuldade na digestão. Comer uma carne acaba se tornando um problema.

Neste caso, a especialista indica o uso de suplementos para completar a nutrição diária. “Mesmo assim, há a necessidade de uma alimentação balanceada, com ingestão correta de carboidratos. Sem isso, as proteínas podem ser usadas para gerar energia”, explica a nutricionista.

Na avaliação da especialista, um problema é encontrar locais que seus pacientes mais velhos se sintam à vontade para comprar o produto indicado. A maioria acaba focando a venda para pessoas mais jovens, inibindo o uso por pessoas na terceira idade, alerta Myrian.

A Nutricionista Myrian Najas alerta que, mesmo a pessoa usando suplementos, é essencial manter uma dieta equilibrada.


Importância dos músculos

Mais da metade das pessoas acredita que viajar é a atividade de lazer que mais as agrada. Em seguida vem ir ao cinema, teatro e shows, além de passear ao livro, indica pesquisa realizada pela Unifesp em parceria com o laboratório Apsen. Para que tudo isso posso ser feito sem problemas, é necessário usar os músculos.

Dr. João Toniolo, geriatra que também faz parte do Necs daUnifesp, afirma que a perda muscular aumenta as chances de queda e problemas nas articulações.

Nutrição esportiva Natue

Ele alerta que a condição é de difícil percepção porque a gordura corporal acaba tomando o lugar do músculo, fazendo com que o peso do corpo não varie muito.


Apenas 7% dos entrevistados na pesquisa já ouviram falar em sarcopenia. Desses, 88% sabem que é relacionada à perda muscular, 5% ao cansaço do envelhecimento, 5% pensam que é um tipo de distrofia e 2% relacionam à perda do movimento.

Entre os 836 entrevistados, apenas 9% veem o uso de suplementos como forma de evitar a perda muscular. Os principais tratamentos, na visão dos entrevistados, são os exercícios físicos (56%), musculação (43%), alimentação adequada (21%) e prática de pilates, RPG ou yoga (17%).

Fonte deste artigo: saude.ig.com.br / wikipedia.org

Suplementos também podem ajudar a evitar perda natural de músculos

Por Gabriela Brito - iG São Paulo |
Compartilhe
Tamanho do texto

A chamada sarcopenia, que é a perda de massa muscular, ocorre desde quando nos tornamos adultos e vai se intensificando com o passar dos anos

Como as lojas que vendem suplementos focam muito no público mais jovem, pessoas mais velhas pode se sentir inibidas
Shuttersock
Como as lojas que vendem suplementos focam muito no público mais jovem, pessoas mais velhas pode se sentir inibidas
A combinação ossos saudáveis e músculos é essencial para realizarmos atividades básicas do dia a dia, como andar ou subir uma escada. O problema é que, ao mesmo tempo em que envelhecemos, também perdemos naturalmente a nossa massa muscular. Neste caso, o uso de suplementos pode ser uma alternativa .
De acordo com especialistas, a sarcopenia, que é a perda muscular, ocorre desde quando nos tornamos adultos e vai se intensificando com o passar dos anos. A nutricionista Myrian Najas, diretora do Núcleo de Estudos Clínicos em Sarcopenia da Universidade de Federal de São Paulo (Necs/Unifesp), explica que a diminuição é de cerca de 8% entre 40 a 70 anos. Já entre os mais velhos a perda é por volta de 15% de seus músculos, e os suplementos podem ser um forte aliado neste momento.
O problema pode ser mais percebido quando pacientes de diferentes faixas etárias são comparados. Um jovem que fica 28 dias internado pode perder 14 g de músculo ao dia. Já um idoso, em apenas dez dias, tem uma redução de 95 gramas ao dia. “Devemos ganhar músculos para envelhecer e encontrar meios para que os impactos (do envelhecimento) sejam menores.”

Nutrição

Uma forma de evitar a perda muscular é mantendo uma dieta equilibrada. Só que, além da ingestão de proteína precisar ser maior na terceira idade , os idosos acabam tendo mais dificuldade na digestão. Comer uma carne acaba se tornando um problema.
Neste caso, a especialista indica o uso de suplementos para completar a nutrição diária. “Mesmo assim, há a necessidade de uma alimentação balanceada, com ingestão correta de carboidratos. Sem isso, as proteínas podem ser usadas para gerar energia”, explica a nutricionista.
Na avaliação da especialista, um problema é encontrar locais que seus pacientes mais velhos se sintam à vontade para comprar o produto indicado. A maioria acaba focando a venda para pessoas mais jovens, inibindo o uso por pessoas na terceira idade, alerta Myrian.
Nutricionista Myrian Najas alerta que, mesmo a pessoa usando suplementos, é essencial manter uma dieta equilibrada
Apsen/ Divulgação
Nutricionista Myrian Najas alerta que, mesmo a pessoa usando suplementos, é essencial manter uma dieta equilibrada

Importância dos músculos

Mais da metade das pessoas acredita que viajar é a atividade de lazer que mais as agrada. Em seguida vem ir ao cinema, teatro e shows, além de passear ao livro, indica pesquisa realizada pela Unifesp em parceria com o laboratório Apsen. Para que tudo isso posso ser feito sem problemas, é necessário usar os músculos.
Dr. João Toniolo, geriatra que também faz parte do Necs daUnifesp, afirma que a perda muscular aumenta as chances de queda e problemas nas articulações. Segundo o especialista, os Estados Unidos perdem bilhões de dólares todos os anos por conta de problemas gerados pela sarcopenia.
Ele alerta que a condição é de difícil percepção porque a gordura corporal acaba tomando o lugar do músculo, fazendo com que o peso do corpo não varie muito.
LEIA MAIS:  Os perigos ocultos da ingestão de suplementos de proteína
Apenas 7% dos entrevistados na pesquisa já ouviram falar em sarcopenia. Desses, 88% sabem que é relacionada à perda muscular, 5% ao cansaço do envelhecimento, 5% pensam que é um tipo de distrofia e 2% relacionam à perda do movimento.
Entre os 836 entrevistados, apenas 9% veem o uso de suplementos como forma de evitar a perda muscular. Os principais tratamentos, na visão dos entrevistados, são os exercícios físicos (56%), musculação (43%), alimentação adequada (21%) e prática de pilates, RPG ou yoga (17%).

  • Fonte: Saúde - iG @ http://saude.ig.com.br/2016-12-02/suplementos.html
    Como as lojas que vendem suplementos focam muito no público mais jovem, pessoas mais velhas pode se sentir inibidas
    Shuttersock
    Como as lojas que vendem suplementos focam muito no público mais jovem, pessoas mais velhas pode se sentir inibidas
    A combinação ossos saudáveis e músculos é essencial para realizarmos atividades básicas do dia a dia, como andar ou subir uma escada. O problema é que, ao mesmo tempo em que envelhecemos, também perdemos naturalmente a nossa massa muscular. Neste caso, o uso de suplementos pode ser uma alternativa .
    De acordo com especialistas, a sarcopenia, que é a perda muscular, ocorre desde quando nos tornamos adultos e vai se intensificando com o passar dos anos. A nutricionista Myrian Najas, diretora do Núcleo de Estudos Clínicos em Sarcopenia da Universidade de Federal de São Paulo (Necs/Unifesp), explica que a diminuição é de cerca de 8% entre 40 a 70 anos. Já entre os mais velhos a perda é por volta de 15% de seus músculos, e os suplementos podem ser um forte aliado neste momento.
    O problema pode ser mais percebido quando pacientes de diferentes faixas etárias são comparados. Um jovem que fica 28 dias internado pode perder 14 g de músculo ao dia. Já um idoso, em apenas dez dias, tem uma redução de 95 gramas ao dia. “Devemos ganhar músculos para envelhecer e encontrar meios para que os impactos (do envelhecimento) sejam menores.”

    Nutrição

    Uma forma de evitar a perda muscular é mantendo uma dieta equilibrada. Só que, além da ingestão de proteína precisar ser maior na terceira idade , os idosos acabam tendo mais dificuldade na digestão. Comer uma carne acaba se tornando um problema.
    Neste caso, a especialista indica o uso de suplementos para completar a nutrição diária. “Mesmo assim, há a necessidade de uma alimentação balanceada, com ingestão correta de carboidratos. Sem isso, as proteínas podem ser usadas para gerar energia”, explica a nutricionista.
    Na avaliação da especialista, um problema é encontrar locais que seus pacientes mais velhos se sintam à vontade para comprar o produto indicado. A maioria acaba focando a venda para pessoas mais jovens, inibindo o uso por pessoas na terceira idade, alerta Myrian.
    Nutricionista Myrian Najas alerta que, mesmo a pessoa usando suplementos, é essencial manter uma dieta equilibrada
    Apsen/ Divulgação
    Nutricionista Myrian Najas alerta que, mesmo a pessoa usando suplementos, é essencial manter uma dieta equilibrada

    Importância dos músculos

    Mais da metade das pessoas acredita que viajar é a atividade de lazer que mais as agrada. Em seguida vem ir ao cinema, teatro e shows, além de passear ao livro, indica pesquisa realizada pela Unifesp em parceria com o laboratório Apsen. Para que tudo isso posso ser feito sem problemas, é necessário usar os músculos.
    Dr. João Toniolo, geriatra que também faz parte do Necs daUnifesp, afirma que a perda muscular aumenta as chances de queda e problemas nas articulações. Segundo o especialista, os Estados Unidos perdem bilhões de dólares todos os anos por conta de problemas gerados pela sarcopenia.
    Ele alerta que a condição é de difícil percepção porque a gordura corporal acaba tomando o lugar do músculo, fazendo com que o peso do corpo não varie muito.
    LEIA MAIS:  Os perigos ocultos da ingestão de suplementos de proteína
    Apenas 7% dos entrevistados na pesquisa já ouviram falar em sarcopenia. Desses, 88% sabem que é relacionada à perda muscular, 5% ao cansaço do envelhecimento, 5% pensam que é um tipo de distrofia e 2% relacionam à perda do movimento.
    Entre os 836 entrevistados, apenas 9% veem o uso de suplementos como forma de evitar a perda muscular. Os principais tratamentos, na visão dos entrevistados, são os exercícios físicos (56%), musculação (43%), alimentação adequada (21%) e prática de pilates, RPG ou yoga (17%).
    Fonte: Saúde - iG @ http://saude.ig.com.br/2016-12-02/suplementos.html
    Como as lojas que vendem suplementos focam muito no público mais jovem, pessoas mais velhas pode se sentir inibidas
    Shuttersock
    Como as lojas que vendem suplementos focam muito no público mais jovem, pessoas mais velhas pode se sentir inibidas
    A combinação ossos saudáveis e músculos é essencial para realizarmos atividades básicas do dia a dia, como andar ou subir uma escada. O problema é que, ao mesmo tempo em que envelhecemos, também perdemos naturalmente a nossa massa muscular. Neste caso, o uso de suplementos pode ser uma alternativa .
    De acordo com especialistas, a sarcopenia, que é a perda muscular, ocorre desde quando nos tornamos adultos e vai se intensificando com o passar dos anos. A nutricionista Myrian Najas, diretora do Núcleo de Estudos Clínicos em Sarcopenia da Universidade de Federal de São Paulo (Necs/Unifesp), explica que a diminuição é de cerca de 8% entre 40 a 70 anos. Já entre os mais velhos a perda é por volta de 15% de seus músculos, e os suplementos podem ser um forte aliado neste momento.
    O problema pode ser mais percebido quando pacientes de diferentes faixas etárias são comparados. Um jovem que fica 28 dias internado pode perder 14 g de músculo ao dia. Já um idoso, em apenas dez dias, tem uma redução de 95 gramas ao dia. “Devemos ganhar músculos para envelhecer e encontrar meios para que os impactos (do envelhecimento) sejam menores.”

    Nutrição

    Uma forma de evitar a perda muscular é mantendo uma dieta equilibrada. Só que, além da ingestão de proteína precisar ser maior na terceira idade , os idosos acabam tendo mais dificuldade na digestão. Comer uma carne acaba se tornando um problema.
    Neste caso, a especialista indica o uso de suplementos para completar a nutrição diária. “Mesmo assim, há a necessidade de uma alimentação balanceada, com ingestão correta de carboidratos. Sem isso, as proteínas podem ser usadas para gerar energia”, explica a nutricionista.
    Na avaliação da especialista, um problema é encontrar locais que seus pacientes mais velhos se sintam à vontade para comprar o produto indicado. A maioria acaba focando a venda para pessoas mais jovens, inibindo o uso por pessoas na terceira idade, alerta Myrian.
    Nutricionista Myrian Najas alerta que, mesmo a pessoa usando suplementos, é essencial manter uma dieta equilibrada
    Apsen/ Divulgação
    Nutricionista Myrian Najas alerta que, mesmo a pessoa usando suplementos, é essencial manter uma dieta equilibrada

    Importância dos músculos

    Mais da metade das pessoas acredita que viajar é a atividade de lazer que mais as agrada. Em seguida vem ir ao cinema, teatro e shows, além de passear ao livro, indica pesquisa realizada pela Unifesp em parceria com o laboratório Apsen. Para que tudo isso posso ser feito sem problemas, é necessário usar os músculos.
    Dr. João Toniolo, geriatra que também faz parte do Necs daUnifesp, afirma que a perda muscular aumenta as chances de queda e problemas nas articulações. Segundo o especialista, os Estados Unidos perdem bilhões de dólares todos os anos por conta de problemas gerados pela sarcopenia.
    Ele alerta que a condição é de difícil percepção porque a gordura corporal acaba tomando o lugar do músculo, fazendo com que o peso do corpo não varie muito.
    LEIA MAIS:  Os perigos ocultos da ingestão de suplementos de proteína
    Apenas 7% dos entrevistados na pesquisa já ouviram falar em sarcopenia. Desses, 88% sabem que é relacionada à perda muscular, 5% ao cansaço do envelhecimento, 5% pensam que é um tipo de distrofia e 2% relacionam à perda do movimento.
    Entre os 836 entrevistados, apenas 9% veem o uso de suplementos como forma de evitar a perda muscular. Os principais tratamentos, na visão dos entrevistados, são os exercícios físicos (56%), musculação (43%), alimentação adequada (21%) e prática de pilates, RPG ou yoga (17%).
    Fonte: Saúde - iG @ http://saude.ig.com.br/2016-12-02/suplementos.html