terça-feira, 27 de setembro de 2016

Empregada que usava protetores auriculares sem certificação ganha adicional de insalubridade por exposição a ruído



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A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso da Unilever Brasil Ltda. (SP) contra condenação ao pagamento de adicional de insalubridade em grau médio a uma empregada que utilizava equipamentos de proteção auriculares sem a devida certificação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para neutralizar ruídos acima dos níveis de tolerância.  O relator do recurso, ministro Caputo Bastos, observou que a decisão está de acordo com o entendimento que vem se firmando no TST no sentido de que o Certificado de Aprovação (CA) é necessário à comprovação da eficiência dos equipamentos de proteção para neutralizar o agente agressor.
O laudo pericial atestou a exposição da empregada a ruído entre os níveis de 92 a 94,4 decibéis, sendo que o máximo permitido é de 85 decibéis. A sentença concluiu, então, que ela trabalhava em condições de insalubridade em grau médio, previsto no Anexo 1 da Norma Regulamentadora 15 do MTE.
A condenação foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), que ressaltou o esclarecimento contido no laudo pericial de que, embora a empregada tenha confirmado a utilização de protetores auriculares a partir de 1987, não havia comprovação de que os equipamentos foram entregues com os Certificados de Aprovação (CA). Registrou ainda que a perícia foi acompanhada pelo engenheiro assistente técnico e pelo coordenador de produção da empresa.
No recurso, a Unilever sustentou que a utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs) eliminaria o agente insalubre, não cabendo o pagamento do adicional. Mas segundo o ministro Caputo Bastos, as premissas fáticas que levaram à condenação não podem ser revistas no TST, por força da Súmula 126. Ele citou ainda diversos precedentes do Tribunal no sentido da necessidade da certificação do equipamento de proteção para a comprovação de sua eficácia .
A decisão foi por unanimidade.
 (Mário Correia/CF)
O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.
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Barry Callebaut Ilhéus e Itabuna a empresa com mais chefes por metro quadrado.



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Ajuda, encorajamento e confiança são termos estranhos aos maus chefes. Agarrados aos pequenos poderes, veem a posição que ocupam como um meio de se afirmarem perante os outros, a maior parte das vezes em detrimento de um melhor ambiente de trabalho e maior produtividade. Aqui ficam as piores coisas que os maus chefes e supervisores são capazes de dizer na Barry Callebaut Ilhéus e Itabuna.

 Se não queres este trabalho, há mais quem queira. Os bons chefes sabem que o sucesso dos seus negócios passa, principalmente, pela existência nas empresas de bons recursos humanos. Por isso, fazem o possível para se rodearem pelos melhores, estimulando-os. Já os maus gostam de lembrar constantemente quem são eles quem manda e que num minuto arranjam outra pessoa para fazer determinado serviço.
Não lhe pago para pensar. Isto é o que costuma dizer um mau chefe quando despreza uma ideia sugerida por um empregado. Geralmente, são pessoas que não sabem funcionar em equipa e terminam a discussão com algo do tipo “faz o que te digo e mais nada”. A vida é muito curta para trabalhar com alguém que pensa assim.
Quem te deu autorização para fazer isso? As pessoas que vivem obcecadas com as hierarquias e as autorizações superiores devem ser evitadas a todo o custo. Não contribuem para a produtividade e têm uma visão carreirista do trabalho. Quem chefia desta forma é, regra geral, avesso à inovação e à capacidade de resolver os imprevistos no momento.
 Pára o que está fazendo e pega nisto imediatamente. Os bons chefes usam esta premissa muito ocasionalmente e apenas em situações de verdadeira emergência. Os mais fracos fazem-no todos os dias, esquecendo as dúzias de tarefas que já ficaram para trás por causa destas ordens…
 Não me tragas problemas. Traz soluções. Este princípio tem origens nobres, ancoradas da percepção de muitas empresas de que os seus funcionários podiam contribuir ativamente para a resolução na hora de problemas que surgem todos os dias. Mas para os maus chefes, esta expressão significa “não me chateies. Cala-te a arranja-te”, mesmo que o funcionário em causa não tenha as qualificações exigidas para solucionar o problema.
 Parece-me que isso é um problema pessoal. Quando um chefe não consegue identificar determinados comportamentos que podem pôr em causa a harmonia no local e na equipe de trabalho e identifica algumas situações como “problemas pessoais”, pode estar a arranjar um caso bicudo. Quem lida com pessoas deve saber onde está a fronteira entre o pessoal e o profissional e, mais importante, quando se cruzam. Um chefe que não tem essa perspicácia demonstra pouca capacidade de liderança.
 Tenho algo a dizer-te… e toda a gente pensa o mesmo. Os bons chefes sabem o momento exato e como devem fazer sentir aos funcionários o que sentem sobre o seu trabalho. Já os maus, nunca elogiam, preferindo carregar nas críticas negativas. Os ainda piores juntam a isso o fato de pensarem que o resto da organização pensar o mesmo. Isto leva a que o trabalhador comece a não confiar em ninguém à sua volta e que toda a gente o odeia. Pelo menos até alguém lhe dizer que o mesmo chefe já fez o mesmo com outras pessoas.
 Nos tempos que correm, é uma sorte teres emprego. O mais engraçado nos chefes que costumam dizer isto é que nunca pensam na sorte que eles próprios têm em estar empregados. Pois eles recebem os maiores salários e na sua grande maioria só servem como olheiros dos chefes maiores e são incapazes de resolver qualquer tipo de problema relacionado a produção e por sua incapacidade de crescimento menospreza os operadores e auxiliares de produção. É um verdadeiro insulto e, pior, uma tremenda falta de visão empresarial. As pessoas que vivem amedrontadas tendem a subestimar o seu potencial.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

SETOR DE CHOCOLATE DA INDICIO DE RECUPERAÇÃO

          
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Volume produzido no primeiro semestre de 2016 foi 4,3% maior se comparado ao mesmo período no ano passado

Após períodos de queda, as indústrias de chocolate apresentaram um desempenho positivo no primeiro semestre de 2016 em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com a ABICAB – Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados –, as indústrias produziram 246,4 mil toneladas de janeiro a junho de 2016. No mesmo período do ano passado, o volume foi de 236,2 mil toneladas.
“Apesar dos impactos da situação econômica, particularmente nos dois últimos anos, os números do semestre são mais animadores. A produção de chocolate no primeiro semestre deste ano cresceu 4,3% em relação ao mesmo período de 2015. As flutuações das moedas favoreceram as exportações, tornando os preços mais competitivos e, por efeito disso, obtivemos um crescimento de 15,6% no mercado externo. Quanto à importação, foi impactada pela retração do mercado interno, sofrendo declínio de 5,5%”, afirma o presidente da ABICAB, Ubiracy Fonseca.
FONTE:ABICAB

NEGOCIAÇÃO ENTRE SINDICACAU e BARRY CALLEBAUT ITABUNA CONTINUA COM IMPASSE

















domingo, 25 de setembro de 2016

Bancos e tarifas: conheça os seus direitos

Em meio ao desemprego e à inflação elevada, é essencial ter controle sobre os gastos. Trabalhar com pulso firme na hora de administrar o orçamento é a única forma de garantir que não existe exageros nas despesas da família. No entanto, reduzir supérfluos é algo dolorido. Uma boa dica para cortar gastos é procurar pelas despesas invisíveis: taxas e cobranças dos serviços que utilizamos no dia a dia e que acabam esquecidas no meio de tantas cobranças.
Vale olhar com lupa para as cobranças feitas pelo seu banco. Como as contas correntes dos brasileiros são dominadas por poucos grandes bancos, é fundamental ficar atento às cobranças, especialmente as desnecessárias e indevidas.
É importante ficar de olho e saber como você usa os serviços do banco, para avaliar se não está pagando por itens que poderiam ser gratuitos, dentro do seu limite de utilização. Hoje o consumidor brasileiro tem direito a dois tipos de contas gratuitas, a conta salário e a conta corrente de serviços essenciais – e muitos nem sabem disso. 
Como elas funcionam?
Conta salário: como o nome diz, é exclusiva para receber salário. Só são aceitos depósitos da empresa que realiza o pagamento e você tem direito a um cartão magnético, 5 saques mensais, 2 consultas nos terminais ou no caixa, e 2 extratos mensais.
Conta de serviços essenciais: disponibiliza um pacote gratuito com um cartão de débito, até 4 saques mensais, 2 transferências de recursos entre contas na própria instituição, 2 extratos; consultas ilimitadas no internet banking, extrato consolidado anual, compensação de cheques, 10 folhas de cheque por mês e todos os serviço por meios eletrônicos.
No caso dos planos pagos, o consumidor tem duas opções: pagar as tarifas individuais para os serviços extras ou contratar um pacote fechado. O Banco Central determina ainda que as instituições financeiras devem oferecer quatro tipos de planos padronizados para facilitar a comparação de tarifas. São eles:
Pacote I: um cartão de débito, 8 saques por mês, 4 extratos mensais, 2 extratos do mês anterior e 4 transferências entre contas na mesma instituição.
Pacote II: um cartão de débito, 12 folhas de cheque mensais, 8 saques, 6 extratos do mês, 2 extratos de meses anteriores, 1 DOC ou TED, 4 transferências no mesmo banco.
Pacote III: um cartão de débito, 15 folhas de cheque, 10 saques mensais, 8 extratos mensais e 4 de outros períodos, 2 DOCs ou TEDs e 6 transferências no mesmo banco.
Pacote IV: um cartão de débito, 20 folhas de cheque, 12 saques mensais, 8 extratos mensais e 4 de outros períodos, 3 DOCs ou TEDs e 8 transferências no mesmo banco.
Os preços variam bastante entre bancos e existem ainda os serviços personalizados. A chave aqui é pesquisar as tarifas e conferir quantas vezes e quais serviços você costuma usar mais no seu banco. Isso pode te ajudar a guiar a sua pesquisa e encontrar um plano que faça mais sentido para você.
No caso de você encontrar tarifas abusivas, vale considerar a portabilidade de contas – um direito do consumidor. Por isso, pesquise tarifas e exija seus direitos.


Fonte: G1 - Samy Dana

Peritos poderão vasculhar Facebook para cortar auxílio

O pente-fino nos benefícios por incapacidade do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) não vai analisar somente a situação física do segurado que recebe auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez há mais de dois anos.
A revisão, programada para começar neste mês, vai inspecionar também as informações divulgadas pelos segurados em redes sociais, como é o caso do Facebook.
Segundo um médico perito que participou da definição dos detalhes do pente-fino, a perícia vai além do exame físico e analisa todos os dados disponíveis em busca de entender a real situação do segurado avaliado.
Ele afirmou ainda que esse tipo de pesquisa já pode ser considerada padrão. 
.fonte  http://acadvconsultoria.blogspot.com.br

Consulta a revisões de aposentadorias liberada na Internet




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Segurados do INSS que ganharam ação têm direito a atrasados e vão receber por meio de precatórios valores acima de R$ 52 mil

Rio - Aposentados e pensionistas do INSS que ganharam ações de revisões de benefícios e que vão receber por meio de precatórios podem verificar pela internet se estão no lote a ser pago pela Justiça no ano que vem. Os processos são referentes a atrasados do período entre 2 de julho de 2015 e 1º de julho deste ano. Os precatórios são dívidas com valores a partir de 60 salários mínimos (R$52.800).

A consulta deve ser feita no endereço www.camara.gov.br/cmo, da Comissão Mista de Orçamento da Câmara do Deputados, que disponibiliza a listagem com os valores de ações com sentenças em última instância e sem possibilidade de recurso. É possível ver a lista no menu à direita da página, no link “LOA 2017-Precatórios”.

Os valores dos atrasados são depositados em agências Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal
Márcio Mercante / Agência O Dia
A listagem tem os números dos precatórios dos segurados que ganharam os processos. Os pagamentos são feitos uma vez por ano, pois dependem de inclusão na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2017.

Ao acessar a lista, o segurado deverá procurar pelo número de seu precatório. A listagem é organizada por tribunais. No Rio, a consulta deve ser feita no link destinado ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2).

Já os precatórios previdenciários de ações referentes ao período até julho de 2015 estarão liberados para saques a partir de 28 de outubro, segundo o Tribunal Regional Federal da 2ª Região. Neste caso, a consulta à lista deve ser feita em:

http://www.trf2.jus.br/precatorios/precatorio_indice.aspx

Ao acessar, o segurado do INSS vai procurar as opções “Precatórios e RPV”, “Consultas”, “Pesquisa ao Público”. É preciso informar o número do CPF.

Alimentícios

Os precatórios alimentícios envolvem salários, vencimentos, proventos, pensões e complementações, benefícios previdenciários e indenizações por morte ou por invalidez. Os precatórios comuns serão pagos em 30 de novembro.

O dinheiro ficará disponível para saque por cinco dias úteis, contados da data do respectivo depósito, em contas no Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.

Idosos com mais de 60 anos se mantêm no mercado

Mais de um terço dos idosos com mais de 60 anos e que já se aposentaram continua trabalhando. A constatação está em pesquisa feita em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas.

O levantamento mostra que 33,9% desse público que já teve a aposentadoria concedida mantêm alguma atividade profissional, principalmente profissionais autônomos (17%), trabalhadores informais ou que fazem bicos (10%) além de profissionais liberais (2,1%).
Um pequeno contingente (1,7%) está na iniciativa privada. Levando em conta os aposentados entre 60 e 70 anos de idade, o percentual dos que trabalham sobe para 42,3%.

Eles afirmam que precisam manter uma atividade remunerada por necessidade financeira. Complementar a renda é o principal motivo, uma vez que a aposentadoria não é suficiente para pagar as contas (46,9%).

Dois em cada dez (23,2%) idosos continuam trabalhando para manter a mente ocupada e 18,7% para se sentirem pessoas mais produtivas. Há ainda 9,1% que alegaram não ter parado de trabalhar para poder ajudar familiares. Trabalhar gera sentimentos positivos em 70,7% dos idosos como satisfação pessoal (38,8%) e orgulho (19,7%).
Fonte: O Dia Online

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Indústria traça plano para fomentar expansão da produção de cacau



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É nesse contexto que, no Brasil, as principais empresas que processam a amêndoa traçaram um novo plano, que depende da articulação de entes públicos e privados, para elevar em 50% a oferta doméstica de cacau em cinco anos.