quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Carta ao pai alcoolatra...

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ÁLCOOL

“Quando tinha 13 anos, os meus amigos debochavam de mim se eu não bebesse. Eu me deixei levar porque era mais fácil fazer parte da turma.
“Eu era realmente infeliz e só bebia para fugir da minha vida. Eu saía cada vez menos e comecei a perder meus amigos. Quanto mais sozinha me sentia, mais bebia. Eu ficava violenta e fora de controle. Nunca tinha noção do que estava fazendo. Estava destruindo a minha família.
“Fui expulsa da minha casa aos 16 anos, me transformei numa indigente e comecei a pedir esmola para comprar bebidas. Após anos de abuso, os médicos me disseram que a minha saúde tinha sofrido um dano irreparável.
“Eu tinha só 16 anos, mas o meu fígado estava seriamente prejudicado e estava muito perto de me matar por causa das bebidas que estava ingerindo.”Samantha
“Aos 25 anos, já estava viciado na bebida.
“Muitas das minhas prioridades tinham a ver com a bebida, e todo o resto vinha em segundo lugar. Comecei a perceber que quando não bebia, tinha uma sensação de pânico e começava a tremer.
“Se não bebesse, começava a tremer e a suar. Eu não conseguia ficar mais do que algumas horas sem uma bebida.”Paul
“No decorrer do último ano fui trabalhar bêbada, desmaiei na balada e em bares e não me lembro de como cheguei em casa. Vergonhosamente, passei a noite com alguém e nem me lembrava que essa pessoa foi para casa comigo até que nos deparamos um com o outro no dia seguinte.
“Eu destruí dois relacionamentos porque magoava as pessoas por causa do meu alcoolismo, mas coloquei a bebida em primeiro lugar. Meus pais estão muito magoados porque a filha deles está se matando sem uma razão aparente.”Jamie
“Quando decidi parar de beber, percebi que o álcool tinha tomado conta do meu corpo de tal maneira que eu não conseguia parar. Costumava tremer como se fosse arrebentar, começava a suar e não conseguia pensar até que tomasse outro copo. Não podia funcionar sem ele.
“Passei os 8 anos seguintes entrando e saindo de hospitais e clínicas de desintoxicação, tentando entender o que tinha acontecido comigo, como era possível eu não conseguir parar de beber. Foi o pior pesadelo e o mais longo que tive na vida.” Jan
“Minha dependência aumentou gradualmente, quando menos esperava, já bebia de dia e de noite. Quando decidi parar de beber, fiquei acordada a maior parte dessa noite, e no dia seguinte todos os ossos do meu corpo doíam. Cega pelo pânico, enchi um copo de gim, minhas mãos tremiam de forma tão violenta que derramei metade da garrafa. À medida que bebia, pude sentir como a agonia se aliviava de forma gradual. Então, finalmente soube a terrível verdade: Eu era uma alcoólatra. Não conseguia parar.”  Faye
fonte:http://www.mundosemdrogas.org.br/real-life-stories/alcohol.html
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